Relatório de Inflação Arte dos Dados - Prévia - Setembro de 2014

Até o momento, setembro registra aumento no índice de preços ADD. Interrompemos o registro de queda para ter inflação de 3,80% em relação ao mês de agosto. O segundo semestre apresenta deflação de 3,58% até 15.09.2014, um avanço quando comparado aos -5,37% registrados em agosto de 2014.

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Relatório de Inflação Arte dos Dados - Agosto de 2014

O recuo dos preços continua, mas em taxas menores. Foram constados aumento nos preços dos refrigerantes, cerveja, creme dental, sabonete e carne. Porém, a forte queda nos preços da batata (novamente), arroz, açúcar e óleo de soja ainda mantém o índice em seu recuo. Também presenciamos um aumento na volatilidade dos preços, o maior da série. A leitura dos dados está em linha com a piora na confiança do consumidor (CNI, agosto 2014) e com a prévia do IPCA (IPCA-15). Uma desaceleração no IGP – M também foi constatada no mês de agosto, conforme mostraram as publicações oficiais.


Nesta edição também apresentamos a variação de preços considerando a primeira leitura (maio de 2014) e o novo indicador de pressão inflacionária Arte Dos Dados.

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Relatório de Inflação Arte dos Dados - Prévia - Agosto de 2014

Na prévia do mês de agosto temos uma sinalização de desaceleração na queda dos preços. Depois de expressivas quedas em julho e junho, registramos variação negativa de 2,42% no índice ADD. Talvez estejamos a caminho de um ponto de inflexão na curva, mas ainda é cedo para coletar mais evidências.

O segundo semestre apresenta deflação de 5,37% até 15.08.2014.

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Relatório de Inflação Arte dos Dados - Julho de 2014

A terceira edição do relatório de inflação Arte dos Dados apresenta o maior recuo mensal para o índice ADD desde que a medição foi iniciada. O mês de julho trouxe também a segunda maior volatilidade da série, indicando maior oscilação dos preços. Estas leituras ficam alinhadas com o IGP-M, que apresentou recuo de 0,61% em julho e com o IPCA-15, com baixa de 0,03%.

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Relatório de Inflação Arte dos Dados - Prévia - Julho de 2014

Nossa prévia quinzenal da ADD indica uma expressiva desaceleração nos preços de 7,91% no grupo de alimentos e higiene pessoal. Os destaques de baixa até o momento ficam com o tomate e a batata, com quedas de 16,8% e 21,2%, respectivamente. É praticamente o mesmo cenário de junho e, além disso, o preço destes dois produtos vem puxando a queda do índice desde maio de 2014. A maior alta foi presenciada no preço do café, com 2,8%.

No acumulado desde o início de maio temos deflação, acumulada em 10,43%.

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Relatório de Inflação Arte dos Dados - Junho de 2014

Nesta segunda edição do relatório de inflação Arte dos Dados, continuamos a presenciar um decréscimo no índice geral em relação ao índice do mês anterior, maio. O mês de junho também apresenta uma volatilidade menor que a de maio, indicando mais estabilidade no mercado com menor oscilação dos preços. Estas leituras ficam alinhadas com o IGP-M, que apresentou recuo de 0,74% em junho.

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Relatório de Inflação Arte dos Dados - Prévia - Junho de 2014

Nossa prévia quinzenal da ADD indica uma desaceleração nos preços de 1,93% no grupo de alimentos e higiene pessoal. Os destaques de baixa até o momento ficam com o tomate e a batata, com quedas de 18,4% e 8,7%, respectivamente. Entretanto, o papel higiênico chama atenção pela sua expressiva alta de 36,8%.

Os campeões de volatilidade até o momento são o tomate, com volatilidade de 11,7% e o sabonete, que apresenta 10,6% para este mesmo requisito.

No acumulado desde o início de maio temos deflação, acumulada em 7,18%.

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Relatório de Inflação Arte dos Dados - Maio de 2014

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Este relatório nasce com o objetivo de acompanhar o cenário financeiro de modo complementar aos indicadores de inflação já disponíveis no mercado. Criamos o índice medindo a variação de preços em uma cesta de produtos baseada em itens básicos de alimentação e higiene pessoal. Escolhemos estas categorias por seu caráter dinâmico dentro da composição dos preços e, consequentemente, seu reflexo rápido no bolso do consumidor.

A apresentação do relatório será mensal, com a consequente avaliação momentânea dos preços que compõe a cesta de produtos. Cada edição conterá uma avaliação do comportamento individual de cada item da cesta, apresentação de seu desempenho diário ao longo do mês com base na presente análise e o impacto de cada produto no resultado do índice. Também será apresentada uma comparação com os índices tradicionais do mercado, como o IGP-M da Fundação Getúlio Vargas e o IPCA, do Banco Central do Brasil.


Mas, o que é inflação?

Aumento geral dos preços

Numa economia de mercado os preços dos bens e serviços estão sujeito a constantes oscilações, ou seja, alguns preços sobem, outros descem, na dependência de inúmeros fatores inerentes ao mercado. Fala-se de inflação quando se verifica um aumento geral dos preços dos bens e serviços e não quando apenas os preços de artigos específicos decolam. O resultado é que se compra menos com uma determinada quantidade de moeda. Em outras palavras, uma unidade monetária (real, dólar ou euro por exemplo) adquire menor valor que outrora. Por outro lado, algumas variações de preços são mais importantes do que outras. Por exemplo, no cálculo do aumento médio dos preços, os mais representativos – tais como os itens de alimentação – possuem um maior peso em relação àqueles de menor consumo e/ou importância, como
por exemplo, uma roupa ou selos dos correios.


Comparação do preço de uma cesta de compras

Todos os bens e serviços consumidos pelas famílias ao longo do período de um ano são representados por uma "cesta" de artigos. Cada um deles tem um preço que pode sofrer variações com o tempo. A taxa de inflação homóloga é o preço da cesta completa num determinado mês comparado com o seu preço no mesmo mês do ano anterior reflete a inflação anual. Temos também a variação mensal, que possui como base de comparação o preço da cesta no mês anterior.



Na tabela abaixo, temos a variação anual do índice de preços ao consumidor no Brasil, sua comparação com o mesmo mês (março) de anos anteriores e a inflação em outras regiões.
Existem também dois tipos de inflação:

Inflação de Demanda - é quando há excesso de demanda agregada em relação à produção disponível. As chances de a inflação de demanda acontecer aumentam quando a economia tem uma produção próxima do consumo de seus recursos. Para a inflação de demanda ser combatida, é necessário que a política econômica se baseie em instrumentos que provoquem a redução da procura agregada.


Inflação de Custos – é um modelo que está associado à inflação de oferta. O nível da demanda permanece e os custos aumentam. Com o aumento dos custos ocorre uma retração da produção fazendo com que os preços de mercado também sejam elevados. As causas mais comuns da inflação de custos são: os aumentos salariais que fazem com que o custo unitário de um bem ou serviço aumente; o aumento do custo de matéria-prima que provoca efeito semelhante nos custos da produção fazendo com que o preço final do bem ou serviço se eleve; e, por fim, a estrutura de mercado que algumas empresas adicionam aos seus lucros num patamar acima dos custos de produção.

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